quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Possibilidades - Capítulo 2


Já estou escrevendo o capítulo 5... Espero que dê certo, porque há tempos com essa ideia na cabeça T__T. Assim que eu ver que conseguirei finalizá-la, postarei no nyah.

Sinopse: A policia bate na porta de Ino, e diz: Seus amigos, Naruto Uzumaki,
Sakura Haruno e Sasuke Uchiha, estão desaparecidos. Agora, ela precisa voltar ao passado para desvendar aquele sumiço; o motivo e para onde foram. Por que o mistério pode estar no passado de Sasuke, no temperamento explosivo de Sakura, ou nos segredos do Naruto. Mas tudo o que a loira sabia ao certo era que seus amigos haviam se envolvido num triângulo amoroso. O problema é que aquela não era uma relação qualquer; era um triangulo diferente... Em que cada um deles fingia ser o que não eram. Assim sendo, Ino se viu obrigada a expor a intimidade de sua amiga para poder reencontrá-la.

Classificação: +18
Categorias: Naruto
Personagens: Haruno Sakura, Uchiha Sasuke, Uzumaki Naruto
Gêneros: Drama, Romance
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Sexo, Yaoi, Bissexualidade

Fic Sasu X Saku ♥ meio X Naru também. hehe







Possibilidades
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Escrito por Amanur
.
Capítulo 2
.


Entreguei uma xícara de café para policial e tomei o meu, enquanto tentava formular minhas próximas palavras. Eu não queria perturbar a privacidade da minha amiga, mas eu entendia que certas coisas precisavam ser ditas para que ela pudesse compreender como Sakura pensava, e, então, quem sabe, formular alguma teoria sobre o que aconteceu. Eu não conseguia pensar em nada, apesar de conhecê-la muito melhor, mas talvez eu estivesse deixando passar algum detalhe que ela pudesse ser capaz de capturar.

Mas o olhar dela me deixava nervosa.
Com um suspiro, retomei a história.

“Sakura poderia ter dado trégua para os seus problemas mais superficiais, mas seus demônios internos não se calavam nunca. Na manhã da segunda feira, ela brigava com a sua imagem no espelho — mais uma vez, é claro.

Ela não conseguia se sentir feminina, mas também não se esforçava muito para isso. Quando tínhamos alguma festa para ir, eu tentava fazê-la usar os estojos de maquiagem que ela mesma tinha, e me disponibilizava para maquiá-la eu mesma. Mas sempre depois do processo, ela se olhava no espelho de uma forma muito estranha... Como se sentisse repugnância a si mesma. E logo lavava o rosto. Ela dizia que não se sentia confortável daquela forma, que aquela não era ela mesma. Ela se sentia muito mais à vontade numa calça jeans e tênis, do que num vestido e sapatos de salto alto.

Mas essa dualidade a estrangulava...

E naquela manhã, seu cabelo estava, quase que propositalmente, emaranhado. Ela costumava dormir com os cabelos presos justamente por isso, porque ela tinha os fios muito finos, e como ela pintava o cabelo em cor de rosa, eles eram meio ressecados porque ela também não tinha paciência para cuidar deles... Mas por alguma razão, ela deve ter se esquecido de prendê-lo a noite anterior, resultando naquilo. Então, ela ficou um tempão em frente do espelho, brigando com os fios. A luta estava feia porque até mesmo o Cho, quando passou pelo banheiro para ir até a cozinha, sentiu pena de vê-la ali, arrancando os fios com a escova.

— Credo, Sakura... Isso está doendo em mim! Me dá aqui que eu dou um jeito nisso. — e então, ele tomou aquela arma das mãos dela.

Ela bem que suspirou, achando que finalmente poderia respirar mais aliviada, mas não teve o que solucionasse aquele “ninho de João de barro” (como Cho começou a chamar aquilo) que tinha se formado na sua cabeça. Até mesmo eu, já familiarizada com aquele mau que ela sofria, passei reto por eles, enquanto ela chorava em silêncio porque o Chouji conseguia ser mais indelicado do que ela.

— Mas que droga! — ele resmungou. E não houve creme para pentear cabelo! Ele aplicou tudo o que encontrava no meu armário de cosméticos, mas acho que apenas piorava.

Então, enquanto ele ainda tentava solucionar aquele problema procurando por algum pote milagroso, ela mesma resolveu aquela porcaria de uma vez por todas.

Com uma bela tesoura prateada de costura.

— O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO, CRIATURA! — eu cheguei a berrar, quando passei de volta carregando uma xícara de café. Quase derrubei o liquido quente no colo, mas fiquei de queixo caído, completamente perplexa, sem acreditar que aquela doida fosse capaz daquilo.

E lá estavam seus fios de cabelo caindo, se espalhando no chão como migalhas da sua vida, cada um com uma historia para contar. O seu primeiro corte de cabelo; o primeiro chiclete a grudar nas pontas; a fresca tinta da parede que a sua mãe usou para pintar o quarto aos seus dez anos; o primeiro puxão de cabelo que eu lhe dei quando éramos pequenas; a primeira trança que conseguiu fazer em seu próprio cabelo; as pontas duplas que eu puxava; e, claro, quando decidiu pintá-lo em cor de rosa por que não se sentia feminina o suficiente. Desde seus quinze anos ela pinta em cor de rosa.

Enfim, acho que poderia dizer que ali, ela estivesse se despedindo de uma parte de si mesma, e a sensação de perda era impossível de se colocar em palavras. Ela não queria dizer que estava abdicando da própria feminilidade (uma garota pode ser extremamente feminina com cabelos curtos), mas infelizmente era exatamente como ela se sentia. Talvez por que seus cabelos compridos fossem a única coisa que a diferenciava dos meninos... O Cho dizia que ela era meio andrógina, que facilmente poderiam confundir ela por um menino, ainda mais pelo jeito meio moleque dela.

Mas talvez fosse a estranheza daquele rosto incomum no espelho, de cabelos curtos e sem maquiagem alguma. A questão é que, de repente, ela não era a mesma e tinha aquele monte de adeus para dar. Adeus batons, adeus lápis de olho, adeus brincos, adeus rímel, adeus cílios postiços, adeus esmaltes, adeus pulseiras, adeus blush, adeus frescura feminina! Mas por que ela fez isso, não sei.

Ela gostava do seu cabelo comprido, mas nunca foi muito vaidosa. Nunca foi nada vaidosa, na verdade. E ela sempre se sentia na obrigação de ser amiga íntima da dona Vaidade, mas nunca se deram muito bem. Ela dizia que a Vaidade me preferia (e eu revirava os olhos, sempre que dizia isso). De qualquer forma, ela não queria pensar que aquele seria um adeus permanente. Apesar de tudo, ela gostava de ter todos aqueles apetrechos femininos disponíveis em seu armário, como mais uma possibilidade. Na esperança de um dia poder fazer as pazes com o espelho, quero dizer... E um dia ainda teria de voltar a rever tudo aquilo, voltar a ser ela mesma — ou a ser quem ela queria ser...

Mas, entenda que ela nunca pensou em trocar de sexo, nem nada. Ela apenas se sentia castigada pelo seu jeito de ser, com a obrigação imposta por todos de que ela tinha que usar saia e saltos... Ela queria ser daquele jeito meio moleque, solto, mais livre... Mas ao mesmo tempo não conseguia por que tinha na cabeça que precisava ser mais como eu — que sempre fui vaidosa. Eu dizia a ela que não precisava se martirizar daquela forma, que cada um sabe de si, e pronto, mas não adiantava. Ela sempre se comparava com as outras garotas...

A maluca sorriu para mim, quando tudo acabou. Eu lembro que tinha os olhos marejados, e Cho estava com o queixo no chão. Mas ela estava achando graça em nos vermos impressionados.

— Você tinha um cabelo tão bonito... — eu ainda resmunguei. Apesar de um pouco mau tratado, ele era bonito sim.
— Mas você continua lindona assim, Sah. — Cho tentou animá-la, mas ela conseguia ver no olhar dele que ele pensava o contrário. O idiota não conseguiu disfarçar como queria...

No entanto, ela resolveu não dar bola com aquele suspiro que liberei. Era a falta de costume com aquela nova imagem que adquiriu, ela disse a si mesma.

— O cabelo cresce, gente! — ela revirou os olhos, se agachando para recolher a sujeira que tinha feito no quarto.

Ainda bem que era o último dia do mês, e o meu pai sempre fechava o restaurante para balanço. Ele gostava de manter tudo sob controle. Assim sendo, ao invés de irmos trabalhar, Cho nos levou ao seu jogo de futebol no clube falido da cidade, achando que uma distração pudesse nos fazer sentirmos melhor. Ele tem o coração tão grande quanto a barriga, apesar de tudo, e estava tentando ajudar.  

O Konoha Esporte Clube era um clube relativamente novo. Tinha apenas dez anos de vida e apenas um time com apenas dezessete jogadores. Ele costumava ter mais pessoas, mas acontece que ele era um time tão ruim que ninguém conseguia se comprometer por muito tempo com ele. As pessoas entravam e saiam dele como se estivesse apenas dando uma olhada numa vitrine.

Já fazia algum tempo desde que Sakura ouvira falar dele, mas nunca deu bola justamente pela má fama. Na época em que estávamos na escola, Sakura fez parte do time feminino, e eu me juntei a ele só para lhe dar uma força... Embora ela nunca tenha desconfiado disso. Eu detestava com todas as minhas forças aquele esporte, mas me prestava a ficar lá só porque eu sabia o quanto era importante para ela ir contra as vontades da mãe dela... A senhora Haruno queria que ela fosse bailarina profissional, mas Sakura fazia de tudo para mostrar a mãe que ela não era aquele tipo de garota...

Enfim, lembro de termos debochado do clube com nossas colegas, por que os jogadores, daquela época, eram muito ruins.

E, então, quando comecei a namorar o Chouji, que era sócio do clube, e sempre jogava, eu passei a freqüentar aquele estádio para todos os fins de semana para vê-lo balançar a pança no meio do campo, junto com um bando de deuses gregos. E às vezes, eu arrastava a Sakura comigo, e eu via que às vezes nem ela conseguia conter a baba. O time foi completamente trocado, e antes que tinha um monte de marmanjo velho jogando, agora tinha vários rapazes bonitões... Mas eu, como uma romântica apaixonada pelo namorado, só tinha olhos para o Cho, e ela ria de mim por isso. Ela dizia que fomos feitos um para o outro, e não tinha como negar aquele fato, por mais irritantes possamos ser quando estamos juntos.

Mas como eu ia dizendo... Ela foi arrastava para uma daquelas partidas algumas vezes. Como as arquibancadas nem cobertas eram, ela sempre ia de cabelo preso embaixo de um boné. E ali, naquela segunda-feira, na ultima vez em que esteve naquela posição — de telespectadora — quase teve um derrame cerebral quando vi o Itachi entrar em campo para substituir o próprio Chouji, que estava cansado demais e não conseguia mais correr pelo gramado.

Itachi era irmão do Sasuke... Eu confesso que ainda levei um tempo para reconhecê-lo, mas ela soube que era ele no instante em que pôs os pés naquele chão verde!  Os olhos, os lábios, o nariz, o cabelo comprido de sempre... Embora tivessem adquirido feições mais masculinas, diferente daquela imagem infantil que guardávamos na memória, Sakura jamais o confundiria.

Eu, Sasuke e Sakura dividimos classes. Competíamos entre nós por quem ganhava mais estrelinhas no quadro do “bom comportamento” que nossa professora fazia com a turma. Comparávamos nossas respostas e notas, e riamos juntos de mim que nunca atingia a nota máxima. Éramos os mais aplicados da turma, no entanto, e nos uníamos por isso. Mas há uma lembrança ainda mais especial na memória dela. E essa, sim, ela jamais se esqueceu.

Estávamos em época de feira de ciências, e cada grupo deveria apresentar algum experimento. Meu grupo, no qual Sasuke e Sakura faziam parte, ficou de apresentar o sistema solar. Reunimos-nos durante um fim de semana na minha casa para fazermos a maquete. Estávamos todos empolgados e nervosos com as apresentações — cada um apresentaria dois ou três planetas. Mas no dia, apesar de termos conseguido apresentar tudo, Sakura teve uma forte dor de ouvido. Ela sofria muito com isso, quando era criança, e não era rara às vezes em que precisava abaixar a cabeça e chorar de dor.

Quando aquele incômodo veio, já no final daquele dia, como sempre, ela se sentou numa cadeira e baixou a cabeça sobre a mesa. Ficou durante um tempo isolada no canto, daquele jeito, até que Sasuke foi ao seu lado. Ela viu seus tênis pela brecha entre a mesa e seus braços cruzados sobre a testa, e só por isso já foi capaz de sorrir. Mas seu coração quase explodiu quando ele, inacreditavelmente, acariciou seu cabelo com a mão, dizendo que aquela dor passaria logo. Ela jamais se esqueceu daquele toque gentil e acolhedor. E ele ainda foi capaz de surpreendê-la ainda mais ao berrar para a turma, pedindo silêncio. Aquela dor não era nada, comparada com a alegria que sentia só com aquele simples gesto dele. 

Contudo, mais tarde, ele se mudou com a família para outra cidade, e nunca mais o vimos. Ela chorou por um mês inteiro, sentindo sua falta. Mas até então, ela carregava essa lembrança consigo, e se apegava a ela toda vez que sofria uma desilusão amorosa, lembrando que alguém foi capaz de gostar dela, sem exigir nada em troca.

Bom, a Sakura tinha se apaixonado por muitos outros caras durante seu processo de crescimento, e consecutivamente quebrou a cara em todas essas vezes — o suficiente para querer declarar guerra contra o sexo masculino. Ela perdeu a virgindade aos quatorze anos com um babaca que não dava a mínima para ela, e chegou a apanhar de um viciado em drogas porque eu não queria lhe dar seu relógio de ouro, herança de família. Chegou a passar um ano em pseudo celibato, negando todos os pedidos de encontros com caras que conheceu na faculdade. Chegou a mudar de time, por um mês, tentando descobrir quem ela era, o que eu queria, e o que faria... Mas nada deu certo. Ela estava se conformando com seu fim, num convento de freiras fumantes e alcoólatras, por que nenhum dos seus relacionamentos dava certo. Ela acreditava ser um caso perdido no meio de um palheiro, como se fosse uma agulha. E isso me deixava muito triste, diante do meu namoro de oito anos com o Chouji. Ele foi meu primeiro namorado, e parecia ser o único, e assim permanecer pelo resto da vida. Eu queria que ela tivesse algo como nós temos, sabe?! E sei que ela também queria o mesmo... Sei que ela achava irritante como parecíamos esfregar isso na cara dos outros, sempre aos abraços e beijos...

E, então, de repente, ela descobre que ele voltou a cruzar com o seu caminho. Ele, o único menino que realmente pareceu se importar de verdade com ela...

Só que tinha um problema.”


8 comentários:

  1. Eu não quero soar como uma chata, mas já soando...
    Lá vem Amanur postando fic nova. Da vontade de te bater quando você faz isso!
    As velhas esquecidas que é bom, NADA! NECAS! T_T
    Eu reli Incógnita -todinha sim-, Dirty e Tentações nas férias só pra matar a saudade e fiquei mais deprê ainda, vê se pode!
    Sou muito sua fã, mas você ta merecendo uns tapas! shaushauehusha

    bjs

    Ps: eu ainda não li essa fic porque só vou lê-la quando você tiver finalizado ela. (Se bem que a curiosidade vai ser maior e eu vo acabar lendo de qualquer jeito, mas vou resistir ao máximo ú_u).

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  2. IUAHAIUHAIUAHIUAHIUAHAI eu tava contando nos dedos quanto tempo alguém ia levar pra me dizer isso!!!! T___T mas olha.... te digo uma coisa...a Dity, eu realmente estou empacada com ela por causa da minha co-autora...quero dizer, nós duas estamos de mãos atadas sem saber o que fazer com ela...A Incógnita, tu já deve estar sabendo o motivo, né :3
    Sobre a tentações eu to me enrolando mesmo porque me perdi com a moral dela T__T mas eu nao abandoneeeeeeeiiiii nenhuma fic minha!!!! eu vou terminar todas elas, eu juroooooooooooo!!! nem que seja a ultima coisa que eu faça na minha vida! T____________T olha.. vou quero prometer nada, mas te digo que vou fazer um esforço pra dar continuidade, pelo menos, na Tentações o quanto antes, ok? T_T

    bjss, querida
    :**************

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  3. T___T porque tu tortura a gente com fic nova? serio um dia ainda vão juntar um montinho e descobrir onde tu mora só pra te forçar a terminar todas as outras. cara pra tu ter ideia eu tô ´pior que essa menina do último comentário, eu reli todas as tuas fics pelo menos 3 vezes T___T
    e comentando sobre essa só tenho elogios. Bem, eu não gostei do primeiro capítulo que tu postou primeiro, mas depois que tu postou outro do ponto de vista da ino eu gostei, sendo até que faz parecer aqueles filmes americanos que se passam no texas. Acho que só pela parte do futebol que eu não vou gostar muito, mas fora isso acho que a fic tem um belo futuro pela frente. só uma perguntinha, a fic toda vai ser a ino contando?
    kiss flor ^^

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  4. OIe, Julia!!!
    Não me maltratem!!! aiuhauiahauihui As vezes acontece de eu conseguir terminar uma fic, sim. u.u semana passada mesmo terminei uma! o/ Mas as vezes acontece também de eu trancar numa parte e nao conseguir mais enxergar o futuro dela... mas acho que só preciso de um tempo pra esquecer um pouco, para renovar as ideias depois... T__T
    Mas que bom que gostou dessa! S2 eu já estou escrevendo o sexto capitulo dela.. acho que conseguirei chegar ao final dela sem interrupções! o/²²
    Bom, a principio, eu não pretendo me aprofundar nas questões do futebol mesmo, pq nem eu curto o esporte... mas achei ele necessário para compor a personalidade da Sakura. É mais por causa dela mesmo que eu meti essa ideia na historia, na verdade...mas o foco mesmo da fic será outro...
    Sobre a tua perguntinha, sim, será sempre a Ino narrando. Eu quis fazer uma coisa diferente.. tornado um personagem secundário, falando sobre o protagonista. Eu fiz parecido com a Mercenários, e todos que leram parecem ter gostado do resultado, então, resolvi repetir a dose porque também achei legal variar... :)
    E é isso..qualquer coisa é só dar o grito!
    bjss :***********

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  5. Amanuur *o*
    Serei chata e direi as mesmas coisas das duas aí em cima ;D Como elas, eu li e reli todas as suas fics terminadas, que particularmente são fantásticas! E sim, é muito torturante quando você começa mais uma... Sabe, elas prendem tanto, que acaba criando uma coceirinha de ''quero mais!!'' Me seguro para não ler as suas não acabadas, mas elas são umas tentações. Admiro muuuuito o seu trabalho! Parabéns mesmo! Comento tanto das suas fics, que até o meu namorado sabe a estória de todas elas de tanto eu ficar comentado! SASHAUSHAUH! Enfim, você é sim uma escritora, uma ótima escritora! Que tal publicar livros? Tenha certeza que faria questão de comprar todas! E todas autografadas!
    O blog ficou lindo, com essa cara nova! :3
    E sobre a fanfic Baunilha? Ameeei o nome, só o nome me encanta!! Será que sai algum capítulo??
    Beeeijo! Continue sempre assim!

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  6. Olá, dona Izumi!
    Tudo bem, estou começando a me acostumar com a ideia de que ainda virão mais gente me xingar por isso T___T
    E tudo culpa da dona Lexy, né, fofa?! aiuhaiuhauiahauiahi
    Mas agradeço a sinceridade de voces! u.u

    Eu entendo isso, sei como é chato ficar aguardando pela continuação de uma fic, afinal também sou leitora. x.x
    Mas como eu já disse em algum lugar... as vezes acontece de eu acabar me empolgando mais com alguma ideia nova, e para nao deixa-la escapa, eu saio correndo para escrevê-la. Isso geralmente acontece quando nao consigo pensar mais no que estava escrevendo até então...mas acredito que conseguirei retomar todas as inacabadas sim. :)
    Mas coitado do teu namorado, entao, hein! auaihaiuahiai o meu nao aguenta nem me ver escrevendo...o que dirá de eu falando sobre o que escrevo! T__T

    Enfim, agradeço os elogios, querida. ^_^ qualquer incentivo é muito bem vindo!
    Sobre a Baunilha, eu ainda estou pensando se postarei ela mesmo ou não... por que não sei o que lhe vem em mente com esse titulo, pois ela é uma inspiração que eu tive lendo 50 tons de cinza! Então, imagina aí o que vai ser! aiuhaiuahuiahiuahiuhi Em todo caso, eu já tenho os 5 primeiros capitulos escritos dela, mas deixei um pouco de escanteio pra desenvolver melhor a Possibilidades. Talvez eu poste aqui o primeiro cap dela sim, outra hora. ;)
    Ah, e que bom que gostou do novo blog! xD

    bjss :***************

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  7. Yoo!
    Eu tenho que dizer que esse segundo capítulo ficou melhor que o primeiro. :D
    Uma movimentação a mais com certeza! hahahahaha ficou realmente bom e com mais explicações.
    Indo para o próximo.
    Kissus Ja ne

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  8. que bom que gostou, querida! :)
    Eu já postei o terceiro cap, caso não tenhas visto ainda.
    bjss :*************

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