domingo, 22 de janeiro de 2012

Intercâmbio


Mais uma fic? Yes! Vai ser publicada no nyah? Não faço idéia....
Essa é do gênero comédia, em primeira pessoa. É contada no ponto de visto do Sasuke que, pasmem, ou não, é brasileiro e mora aqui em porto alegre! auihauihaui Sakura e Naruto, portanto, são intercambistas que vêm ao Brasil para estudar português, e ficariam hospedados na casa do emo... 

Ultimamente ando escrevendo minhas estórias com uma linguagem menos coloquial, mais metafórica, poética, inspirada em Carlos Ruiz Zafón. Esse tipo de linguagem realmente enriquece muito o conteúdo, mas reconheço que seja algo que poucos apreciem. E essa fic, não; tem uma linguagem mais rápida, mais acessível...

Comecei a escrevê-la antes mesmo da Lascívia, mas como me faltou vontade de continuá-la, meio que a deixei de canto. Tenho um capítulo apenas. Se eu levar a diante, diria que renderia no máximo, do máximo, uns 10 capítulos. 

A capa ainda está tosca, vou refazê-la outra hora. Vou postar aqui o que já tenho escrito, só para encher linguiça no blog mesmo... mas aviso aos que se aventurarem a ler que o Sasuke faz alguns comentários a respeito da cidade meio sarcásticos, mas não totalmente verdadeiros, ok? E não se preocupem, não pretendo passar a postar fics aqui... ;) Só estou postando aqui porque sinto que sou melhor na comédia (mas quero que me digam o que acham) que no drama, no entanto, estou precisando de Besteirol 34gramas no armário. :D Tenho outras fics de comédia arquivados por falta do remédio. :(




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Há quatro horas que estou trabalhando feito condenado numa pintura desgraçada, que me tirava o fôlego. Ia sair uma belezura de mistureba de Carmem Miranda com Xuxa Meneghel, cheia de frutas na cabeça. Aquela coisa ridícula! Vinha cada figurão me pedir cada coisa mais bizarra do que a outra... Mas fazer o quê? Trabalho é trabalho!

Olhei meu relógio de pulso. Meio dia. Beleza! Hora do rango! Tirei meu avental, lavei as mãos e meus pincéis, peguei minhas chaves em cima do balcão e tranquei a porta do meu atelier. Peguei minha bike, presa no poste da frente, e saí pedalando pelo parque da Redenção. Tinha uns esportistas obcecados (para estar correndo debaixo desse sol desgraçado, só podia ser doente mental) ali, uns maloqueiros aqui, uns índios vendendo artesanato ali, uma prostituta mais em frente, carro da polícia com sirene ligada, gente berrando para todos os lados... Nada fora do normal para uma quarta feira.
Atravessei a porcaria da rua José Bonifácio cheia de motoristas psicóticos, até a Osvaldo Aranha com mais motoristas psicóticos. Tudo para pôr meus pés, digo, minha boca, naquela carne maravilhosa e suculenta do restaurante Gardinio. Eu já estava delirando com aquilo. E quase tive um orgasmo com o primeiro naco de carne que botei na boca. Tão dura, tão seca, tão gordurosa, tão mal passada...

Ser pobre é uma tristeza.

Na volta para o meu atelier, esbarrei num jornaleiro, desses de esquina, vendendo o jornal do dia. Além dos acidentes, propagandas, horóscopo, classificados, prostitutas se vendendo... Interessei-me por um anúncio sobre intercambio. Uma das maiores universidades do estado estava à procura de pessoas que se disponibilizasse a abrigar intercambistas para estudos por uma semana. Extraordinariamente, eles abriram muitas vagas para bolsistas do exterior. Digo que é algo extraodinário, tendo em vista que, geralmente, as universidades trazem no máximo meia dúzia de estrangeiros. Esse era algum tipo de programa novo de educação a distância, que estavam experimentando.

Mas enfim, agora, isso não importa. O que importa é que, após a morte da minha mãe, meu irmão casou-se indo morar com sua esposa em outra casa, me deixando sozinho dentro daquele enorme casarão de três quartos. Eu não tinha namorada e nem muitos amigos com quem pudesse dividir aquele casarão. E meu pai era um desconhecido, que vivia não sei onde. Portanto, aquela idéia bateu como uma bênção para mim, que detestava ficar sozinho!

 No dia seguinte, sem falta, fui até a tal universidade para deixar meu endereço disponível no catálogo deles, oferecendo-me a receber até dois estudantes. Uma semana depois, eles me ligaram para me avisar que ambas as vagas haviam sido preenchidas. Fiquei contente, é claro! Infelizmente, nunca tive a oportunidade de viajar para fora do país, no entanto, assim, poderia ter algum gostinho de internacionalidade com esses estudantes em casa, né? — Pensamento de pobre, que não pode viajar para o exterior! Err. Que seja! A troca de experiência, sem dúvidas, seria válida, certo?

Bom, assim sendo, no mês seguinte, no dia da chegada dos estudantes ao país, a universidade me pediu para buscá-los no próprio campus da instituição. Fui lá meio às cegas, pois me esqueci de perguntar quem eram os tais estudantes. Pois é, eu tenho esse pequeno problema de memória. Uma vez, me tranquei do lado de fora de casa, com as chaves do outro lado da porta. Err. Mas enfim, voltando ao assunto, tudo o que havia sido me informado era a nacionalidade deles. Um vinha de Londres, enquanto o outro de Paris. Bom, uma inglesa, uma francesa e um brasileiro — eu havia, sabiamente, solicitado por duas estudantes — seria uma ótima combinação, não? Pelo menos eu achei que sim! Imagine só, que lindos filhos teríamos! Uhum.

Então, lá fui eu, feliz da vida, na maior expectativa em receber minhas novas inquilinas. Era um sábado ensolarado, lindo, maravilhoso, sem nuvem alguma no céu. O sol partiria em duas horas, enquanto o campus estava atulhado de estrangeiros de todas as partes do mundo. Chineses, holandeses, australianos, russos, canadenses, africanos, alemães, japoneses... Tinha gente de todos os continentes. Devia ter até aliens! Juro!

A moça da secretaria, que me atendera anteriormente, me disse que os estudantes estariam na recepção segurando uma placa com meu nome. Bom, mas até aí, tudo bem. Pois ninguém mais no Brasil tinha um nome tão esdrúxulo como o meu. Só que, chegando lá, me deparo com mais um mundaréu de gente com placas! Aí, eu pirei o cabeção, né? Como é que eu vou encontrar duas criaturas estranhas no meio de tanta gente? Por mais coloridos que pudessem estar, era como achar uma agulha num palheiro.
Suspirei. Eu não tinha outra solução, se não, sair à procura deles. Catando estrangeiro por estrangeiro.

Fiquei mais de meia hora olhando rostinho por rostinho, até encontrar uma placa timidamente erguida com meu nome. Disse, aleluia, meu Senhor do bom fim dos cafundós! Por que, né?! Vamos combinar! Aquilo parecia o fim do mundo mesmo. Era um murmurinho desgraçado para lá e para cá, e gente falando coisas estranhas! Odeio esses estrangeiros falando em outra língua! Sabe lá Deus o que não estão dizendo nas minhas costas! Tipo, put a keep are you! Tsc! Se aproveitam de nossa nobreza. Digo: pobreza! Err.

Mas então tá, então. Cá estava eu, com o meu nome grudado numa placa, cobrindo o rosto da minha deusa estrangeira. Fiquei pensando, será que é morena? Ruiva? Loira?

Bom, era loiro.
Loiro, alto, olhos azuis e lindo de morrer.
Recepcionista de uma figa!
Suspirei.
Seja o que Deus, ou o diabo, quiser!

— E ae, tudo em cima? — me aproximei, com minha identidade erguida, para que ele visse meu nome. Mas o cara, ao invés de olhar para a minha identificação, olhou para cima. Hum. Bom, olhei para cima também, para ver o que diabos a criatura estava olhando, né!? Um pássaro? Um avião? O Super-homem? Sei lá. Só tinha algumas teias de aranha no teto, em volta das lâmpadas fluorescentes.

E então, ele me olhou com uma grande interrogação tatuada na testa. E aí, quem não entendeu nada fui eu.

— O que foi? — perguntei, né?!
— Vôcê dissê quê está tudo em cîma. — heeein???

Putz! Pare o mundo! O português do cara era mais terrível do que meu portunhol. A mulherzinha, por acaso, esqueceu de me dizer que os estudantes estavam em fase inicial de aprendizado? Acho que sim! Err.

Maravilha. Não. Nem um pouco. Por que não sei bulhufas, patavinas, bolotas, de inglês, e muito menos de francês! Merci deu cu!, é tudo o que sei.

— É apenas uma expressão, cara. Tipo: “tudo bem?”
— Oh. — ele mordeu o polegar, como se estivesse pensado em algo.
— O que foi agora?
— Vôcê mê châmou dê cárá. — minha nossa senhora! Isso ia ser ainda mais complicado, né não? Apenas sorri para ele.
— Que tal se apenas procurarmos pela outra intercambista? — Deus queira que eu tenha, pelo menos, uma mulher dentro de casa.

Então, assim sendo, saímos à procura da outra placa com meu nome. Enquanto isso, eu ia explicando para o cara que havia disponibilizado duas vagas, e expliquei o que “cara” significa. Pela expressão dele, acho que não estava entendendo muita coisa não. Mas descobri que ele é o Francês. A outra pessoa, então, é quem seria de Londres.

Bom, beleza. Que seja calcinha, que seja calcinha!

Procuramos ali, procuramos mais para lá, e então, ouvi alguém berrando “Xaxuquê”. Bom eu sabia que a criatura só podia estar se referindo à mim, pois meu nome era o único capaz de causar tal confusão. Sou descendente, lá na milhonésima centésima quadragésima nona casa da árvore genealógica de japoneses. Nem cara de japonês não tenho, mas meus pais quiseram me dar aquele nomezinho assim mesmo. Tsc! Se eu já o detestava, agora passei a odiá-lo com todas as forças ninjas e samurais que eu não tenho no sangue! Err.

Pelo menos a voz era feminina. Isso me deixou mais animado.

— Xaxuquê! Xaxuquêeeee! Xaaaaaaaxuuuuuuuuquêeeeeeeeeeee!!! — puta merda. Deve ser praga da Xuxa. Fiquei sabendo esses dias que ela também era famosa Brasil a fora!

Eu olhava para todos os lados, desesperado, mas não encontrava a bendita criatura. O francês me olhava de canto, dando de ombros, sem entender. E a bendita, a cada berro que dava, parecia cada vez mais próxima a mim. Mas nada de encontrar a criatura. E eu ali, louco para enfiar uma rolha na garganta dela!

— Xaxuquêeeeee!
Até que, de repente, vejo uma placa com meu nome escrito pulando na minha frente. Olhei para baixo. Oh! Lá estava ela. Tão pequena e saltitante quase quanto um gafanhoto. Uma baixinha, de cabelos cor de rosa, numas roupinhas meio estranhas, tipo de cigana.

Pronto! É macumbeira!

Olhei para o alto, para falar com Deus. Ele era meu amigo, e sempre me ajudava nas horas de sufoco. Mas desta vez eu não o entendi.

— Eu pedi por mulher, e não um pigmeu de macumba e uma cueca! Não é por nada não, Senhor, mas acho que estais precisando de uma mulher ao Teu lado! Do tipo bem gostosa, a lá brasileira. — ainda bem que ele é homem, assim, podemos tratar de igual para igual. Err.

Quando voltei para encará-la, percebi que, tanto ela quanto o francês, olhavam para cima também. Revirei  os olhos, e agarrei os dois pelos braços. Pelo visto, eles ainda terão muitos problemas de torcicolo pela frente, não é mesmo? Tsc!

E, assim, fui levando-os para longe daquela multidão. A rua. Um taxi. Para casa.
Ou, pelo menos, era a minha intenção.

— Ohhh! Máx quê malailha de lugar! Óhhh, vamos descér aquí! Vámos descér aquí!— a guria dizia, toda maravilhada com a cara grudada no vidro da janela. Eu fui sentado ao lado do motorista, lhe indicando as direções, pois o cara deveria ter recém tirado a carteira de motorista e não sabia a localização de nada. Discretamente, lhe disse para não parar!
— Donde está o Crixtó Rendentór? — ela pergunta. E o motorista só me olhou de canto.
— Olha... Aqui é Porto Alegre, e não Rio de Janeiro. Esqueceram de te avisar isso, foi?
— Ahhhh! É aqui qué tém a aquela torre... comu é qué sé chamá? Torre de Pizza?

Aí, até o loiro olhou incrédulo para a coitada.

— Tipo assim, oh, mina... Tu tá no país errado! — ela esbugalhou os olhos.
— Aqui né Brazil? — puta merda!
— É!
— Oh. E o qué quê tém di bom pára sé vér aquí?
— Olha... Porto Alegre é cheia de atrativos sim! Tem os cocôs que bóiam no lago Guaíba, tem as prostitutas se oferecendo no parque Marinha, os maloqueiros do centro da cidade que se acham donos da rua, os índios fedendo à asa no parque da Redenção, tem a usina do Gasômetro...
— O qué tém nessé usina?
— Ah, nada! Mas Porto Alegre é uma cidade incrível, você vai ver só!

O loiro bufou, revirando os olhos. E a guria não entendeu coisa alguma.

— O que sér cocô? — perguntou.

Tive que fazer uma pausa nesse momento para uma rápida reflexão. Taí uma coisa que nunca pensei que fosse precisar fazer na vida: explicar o que é um cocô!

— É o número dois, sabe? Aquela coisa que sai pelo buraco de trás da gente...
— Ohh. — ela e o francês olharam para trás do carro.

Não, eles não entenderam nada.

— E a Torre Waffle? Donde ficár a torre waffle?
LA TOUR EIFFEL EST APPELÉ, CRÉTIN!* — o loiro resmunga TORRE EIFFEL FICÁR EM PARIS! — acho que até ele estava perdendo a paciência.

Acho que, no final das contas, vou me dar melhor com esse cara do que com a Maria Matraca.

O motorista levou uns vinte minutos para nos deixar em casa. Pakkun, meu golden retriever, veio nos receber com latidos e lambidas. Digo, a mim e a inglesa. O Francês se cagou todo de medo, e correu para trás do taxista.

Hehe. Franceses!

Depois de acorrentar o cachorro no quintal, os trouxe para dentro de casa. Mostrei o quarto de cada um deles, e os deixei se acomodarem, enquanto me meti na cozinha para ver o que tinha em minha geladeira. Infinitas garrafas de cerveja, e uma pizza de duas semanas e um monte de frutas de plástico sobre a mesa. Olhei nas prateleiras: bolachas recheadas vencidas, caixas de leite vencidas, latas de condimentos vencidos, e uma montanha de pacotinhos de miojo.

O que não mata, engorda. E nesse caso, vai engordar bastante, por que estou sem grana na carteira. Vida de artista é triste.

Tirei todos os pacotes de miojo do armário, e o pus sobre a mesa. Tirei um panelão do armário e enchi com água da torneira da pia. Enquanto eu acendia o fogão, os dois entraram na cozinha.

— Imagino que vocês devam estar cansados e morrendo de fome, né? — na verdade, eu já estava louco para me livrar deles!
— Quém estár para morrer? — ela pergunta.
— Vocês! — indiquei as cadeiras para que eles se sentassem.
— CÓMÓ ASSIM? VOCÉ MATAR NÓS? — ela entrou em pânico. Eu tive que rir, né?! Fiquei imaginando o desespero da criatura. Na casa de um estranho, num país estranho, falando uma língua estranha, e achando que estava para morrer.

Ok, isso não teve graça.

O loiro sentou, e pegou um dos pacotes a sua frente. Tentou ler o que estava escrito na embalagem, mas duvidei que tivesse entendido alguma coisa, pela cara extremamente séria que ele fazia.

Depois que o panelaço de miojo, sabor vegetais/bacon/camarão/frango  estava pronto, arrumei a mesa com os pratos e talheres, me dando conta de que aquela seria a primeira vez que comeria na mesa da cozinha, três anos depois desde que meu irmão se mudou.

Enfim, deixei para que cada um se servisse. E então, comecei a comer, chupando o fiozinho de miojo teimoso que escapou do garfo, quando me dei conta de que a guria estava com as mãos juntas e olhos fechado. O loiro estava todo rígido em sua cadeira, alternando o olhar entre mim e a maluca. Aí, ele se inclinou em minha direção.

— Dévémos orar? — ele perguntou.
— Ou devemos correr? — indaguei de volta.

Ficamos olhando. Ela ficou naquela posição por um minuto, mais ou menos. E, de repente, abriu os olhos e o sorriso. E sem dizer nada, assim, sem mais nem menos, começou a comer. Eu e o loiro trocamos olhares, demos de ombros, e começamos a comer também.

Enquanto eu comia, ia alternando o olhar entre um e outro, imaginando o tipo de vidas que eles tinham na terra deles. Mas como desconfiava que a guria era meio louca, não ousei quebrar o sagrado silêncio da refeição.

Depois disso, foi tudo tranquilo. Eles foram para os quartos, e eu fiquei com toda a louça suja para lavar. Queridos! Tsc.




* se chama torre eiffel, sua imbecil

.....

E isso é tudo o que tenho escrito dela, por enquanto. Alguém leu? O que achou?

13 comentários:

  1. KKKKKKKKKKKKKK
    Bem divertida! Nunca vi a Sakura tão lesada quanto nessa fic. Continua escrevendo. :D

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  2. que bom que gostou, querida! ;)eu vou tentar, mas não garanto nada...ultimamente tenho quebrado todas as minhas promessas T_T

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  3. KKKKKKKK Amanur, só vc mesmo pra me fazer rir igual uma retardada na frente de um computador.. KKKK Já tava com saudade de rir com o que você escreve. "Put a keep are you" KKKKKKKKKK eu ri d+ dessa parte.. sério mesmo!
    Omg, que Sakura sem-noção!"Xaxuquê" KKK "Pronto! É macumbeira!" KKKKK
    Eu imaginava que o Naruto ia ser da Grécia, por que o Naruto é um deus grego mesmo! Esses dias vi um mendigo loiro de olhos azuis... KK algo totalmente incomum!
    Adorei muito a fic! você deveria postá-la, sim! Mas.. e a Incógnita? Faz meses desde o ultimo capítulo postado e nada do outro.. =(
    Bjos..

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  4. ai meu deus, ai meus deus!! eu sabia que alguém ainda iria me cutucar, mencionando a incógnita! auihauiahuiahi T_T é eu sei. estou devendo a continuação dela, entre outras. Mas como eu disse, o Besteirol 34gm está em falta! T__T
    Eu já tenho metade do próximo capítulo dela escrito, mas travei no meio mesmo. Mas jurei a mim mesma que vou terminar aquela fic ainda este ano. T__T

    bjsss :**************

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  5. Aguardarei ansiosa mais um de seus trabalhos que sei que ficara divino!
    Beijos

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  6. Oi, Rafa! Obrigada pela força! T_T
    bjsss :*************

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  7. Put a keep are you!!! Suhashuashasuh!! Ri pacas!! A fic é em POA!!! Uhuuu!!! Putz!! Sakura muito mongolona!!! Praga da Xuxa!! Hahahah!! Podia ser pior!! Podia ser praga do Michel Telo!!! Ele ta famoso lá no mundo a fora!! Put a keep are you!!! Sakura, a coisa mais proxima do Cristo Redentor que tu vai achar aqui é a Estatua do Laçador!! Comparação horrivel, né?! Quando eles tavam no taxi eu ri muito!!! Mano, tu tem que bota eles em Ipanema no domingo no final de tarde!! Sauhshsausahu!! Muito funk!! Ótimo para se matar!! Um dia desses(ontem) tava voltando pra casa de carro e passei por Ipanema!! Mano, era funk com cerveja, as mulheres descendo ate o chão!! Argh!! Horrivel!!! Acabam com Ipanema no domingo!!! Só tava faltando tocar Michel Telo em ingles!! Oh If I Catch You! Oh If I Catch You!! Delicious, delicious! This Way You Gonna Kill Me!! Dai tu se mata!! Já falei demais!! Indo nessa!! Bjuxxxxxxxxxxxxxx
    Giovana Paludo

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  8. bha, nao dá mais pra ir em Ipanema nos fins de semana... vai só povo "seleto" auahuiahi Mas quer dizer então que tu mora pela zona sul, é? eu também moro por essas bandas. (mas não tao longe do centro assim...) Ah, eu ri com a tua comparação da estatua do Cristo com a do Laçador! auihauiahuai pior que eu nem lembrei dele! Bom, sobre o michel teló, sem comentários, né ¬¬ realmente, aquilo é uma praga por si só. Mas sabe que tu me deu ótimas ideias?! XD vou tentar dar uma continuação pra fic....
    bjsss :*************

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  9. Nossa, sabia que eu sou apaixonada por suas fics?
    Essa com certeza merece continuação!
    Morrendo de saudades de suas histórias! ( Principalmente Ventriloquo)

    Beijos!!!

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  10. Me acabei de rir com a Maria Matraca dentro do taxi, e com o Xaxuquê procurando a Sakura e o Naruto na universidade!!!
    Sou completamente apaixonada por suas histórias. (Principalmente Ventriloquo )
    Morrendo de saudades de suas histórias e esperando anciosamente pela continuação.

    Beijos

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  11. Oi Raylene,
    Desculpa pela demora em te responder... mas fico super feliz por saber que curtes as minhas fics! :D infelizmente ando suuuuuper ocupada (trabalho o dia todo, faço facul a noite, e nos sabados ainda tenho aula o dia todo também) então, imagina minha força de vontade pra escrever!!! T___T mas gosto de pensar que ainda voltarei a escrever! T__T

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  12. Diz que vai continuar escrevendo *-* só faltei me mijar de rir nessa fic, só vi ela agora. ta tão legal.

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  13. li, julia! pretendo terminar essa fic sim, só nao sei te dizer quando. ando meio sem senso de humor para escrever comédias. mas nao prentendo abandonar nenhuma fic inacabada minha, ok? mas fico feliz por saber que tenhas gostado dela!
    bjs :***********

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